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O Brasil tem que ser dissolvido

O Brasil é um país estruturado num modelo “análogo” a uma federação, assim como Estados Unidos e Rússia, que são superestados supranacionais formados da união de estados nacionais que, “em tese”, abriram mão de sua soberania em prol de algum benefício de estar coletivamente instituído com outros. Entretanto, estes fenômenos e condições nunca existiram ou aconteceram no Brasil.

Os estados brasileiros nunca se uniram em torno do Brasil. O que houve foi que os políticos do Rio De Janeiro, então sede nacional, tomaram as rédeas das divisões autônomas que Lisboa outrora perdeu. A tal da “independência” nunca aconteceu para outros estados que não Rio De Janeiro. Hoje, quem leva a riqueza que Lisboa levava é Brasília, como sucessora do Rio De Janeiro, e divide com as forças políticas predominantes.

Não existe uma nação brasileira. O Brasil, como federação, é um coletivo de nações. Os estados do Brasil são nações, pois têm território e sociedade nacional definida em escala indivisível e não coletiva, tal como incita a definição de federação nacional. Até por isso a inscrição de registro civil é emitida pelo estado, porque um cidadão é um nacional do seu estado e civil da sua cidade.

Não existe um povo brasileiro. Outra mentira que a constituição federal do Brasil inventou foi o tal do povo brasileiro, que deve ser a maior e mais paradoxal noção de povo do mundo. Toda vez em que há divergência comportamental, cultural e linguística, ali já não há mais um só povo. Imagine um país com 210 milhões de pessoas onde não existem sotaques, vocabulários, etnias, cores, onde o nível de civilidade e educação são indistinguíveis onde quer que você vá. Certamente não estamos falando do Brasil, que contraditoriamente se gaba de ter “uma multiculturalidade diversa” e pluralidade étnica.

Todos esses conceitos são criados e alimentados pelo império de Brasília para que você tolere o roubo, o saque, a pilhagem, a ladroagem, a drenagem, a desidratação, a degeneração, a subsistência, a mediocridade e o subdesenvolvimento que Brasília te submete.

Usam veículos de comunicação e entretenimento para fazerem lavagem cultural em outros estados a partir das geradoras nacionais de TV de São Paulo e Rio De Janeiro. Já observou que samba é uma coisa do Brasil (só que do Rio) enquanto forró é “do nordeste” (num senso de algo excepcional ao “Brasil”)?

Você está na República Vassalativa Do Brasil, um tipo de sistema feudal disfarçado de Estados Unidos do América Sul. E nenhum político que vive da política vai te livrar de Brasília. Aliás, se te negaram até as palavras e o conhecimento do sua própria realidade, imagine te livrar do terceiro-mundismo. De vez em nunca, vão te “dar” alguma migalha para alimentar sua mediocridade em acreditar nesse país e aceitar toda a desgraça consequente.

Não lute com um inimigo nas condições impostas por ele. As cartão estão marcadas já. Não é inteligente. O recomeço sucede o fim. Ao invés de gastar energia e sanidade mental tentando combater uma coisa criada para lidar com tudo que você pode tentar fazer, reclame o seu direito de cursar sua própria história. É uma questão de dignidade intelectual e humana. Não espere terminar em guerra civil, porque isso é coisa de subraça, que é o que Brasília tem pra você ao final do “arco-íris da democracia”.

A não ser que você seja conterrâneo desses devoradores de dignidade, além do horizonte não existe Brasília, Lula, Bolsonaro, STF, TSE, PT, PL, PSDB, MST, MBL, etc. Essas metástases latro-genocidas são consequências do império de Brasília.

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